Avançar para o conteúdo principal

Visitas ao blog

Filhos

Antes de mais quero só informar de que nada do que coloco neste blog é uma forma de me vitimizar ou algo do genero. É só o relato do que se passa comigo em relação a "mim enquando mãe". Falo de coisas que acontecem com quase todas as mães, com a diferença de que esponho tais factos aqui, sem qualquer problema.

  



  Amanhã veremos (ou eu verei) o nosso cordão umbilical cortado. Sim, não foi há 3 anos, será amanhã.
 Amanhã será o dia em que entenderás que existe um mundo lá fora para explorares. Curiosidade não te falta, por isso acredito que disfrutarás de tudo o que vais conhecer.
  É verdade que me pões a cabeça em água, que fazes asneiras atrás de asneiras, mas sem ti a casa não é a mesma.
  É verdade que não te posso colocar em uma caixinha de vidro e esperar que fiques lá até aos 18 anos, mas porra... podias ter crescido um bocadinho mais devagar. 
  Penso que estás preparada para o que vem aí, acredito que sim. Mas eu não estou. Com quem é que eu vou ralhar? De que quem me vou rir com bacuradas e "patetices"? Será um vazio durante o tempo em que estiveres longe.
  Espero que enquanto eu sinto a tua falta, tu te divirtas, aprendas, faças amigos, brinques muito e que sobretudo sejas feliz. É o que mais quero, não só agora mas sempre, é que sejas feliz!
  Já me disseram que seria mais facil para mim, pois tenho o nosso Mi, mas não. Tu és tu! Não há Miguel que te substitua. Nem Catarina que substitua o Miguel. 
  Agora são os dois parte de mim, são os dois a coisa mais importante da minha vida. Sempre os dois. 
Lado a lado para sempre!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Halloween

Que se lixe se é tradição ou não.  É para festejar, que assim seja. E a criançada, normalmente, só gosta destas coisas!!  Camisolas by H&M

Como assim, um ano??

Passou um ano ?? Passou rápido.  Os dias são iguais para toda a gente, ou seja, têm as mesmas horas. Porem, não são iguais em intensidade com que os vivemos. Já falei, aqui, de como é intenso ter dois filhos e bla bla bla. Mas, caramba, o M. já faz um ano! Não dei pelo passar dos meses. Ao contrario da minha primeira filha, quem eu queria que crescesse rápido porque queria passar (rápido) por todas as fases e  achava sempre que a seguinte seria mais engraçada, com o M. eu só queria que o tempo passasse devagar, devagarinho... muito devagarinho... Assim, " despacito", sabem? Quis aproveitar todos os momentos, que penso que com a primeira filha, não aproveitei porque me deixei levar pela ansiedade da "fase seguinte".  Lembro-me bem do teu primeiro choro. Á parte do parto, que não interessa nada para esta conversa, lembro-me de como eras comprido e de como choravas alto. Lembro-me de como ficaste acordado em silêncio o resto da noite.  Lembro-m...

Tempo que é só deles!

À nossa volta existe uma pressão para que os nossos sejam tão bons ou melhor que os filhos dos outros! Desde o simples mamar até ao desfralde, são-nos "vendidos"  preconceitos e teorias (na sua maioria, absurdas) de que em "x" mês eles têm que falar, andar, comer de faca e garfo, saber dizer obrigado e pedir desculpa. Saber que num restaurante não se saí da mesa ou que num supermercado não se tiram coisas das prateleiras.   Antes de ser mãe, como aqui já disse, tinha a mania de usar a expressão "se fosse meu filho", expressão essa que engoli mal tive a minha primeira filha! Isso não existe, cada criança é diferente. Os meus dois filhos são diferentes. Começou por ser incomodativo para mim quando a Catarina, com um ano, não dizia nada e os primeiros passos vieram ainda nesse mesmo mês, o do primeiro aniversário. A pergunta de alguém que vê um bebé na ru...