Avançar para o conteúdo principal

Visitas ao blog

Os livros, no Natal!

Não sou muito de dar brinquedos aos miudos.
Acho que dar, por dar, por ser Natal, por ser aniversário, será dar algo útil. Claro que não sou totalmente contra, todas as crianças precisam brincas. Ainda assim, há prendas que dão para brincar e para aprender.
Livros.
Adoro que recebam livros. A coleçao já é grande. Já se anda a magicar prateleiras para ficar tudo no seu devido lugar!
Sendo assim, mostro-vos os recebidos da Catarina e do Miguel! 
Ficam também os links para comprar online!

O anjo Gabriel, o Miguel e o livro de papel   (só estava disponivel na WOOK)



Comentários

Mensagens populares deste blogue

Halloween

Que se lixe se é tradição ou não.  É para festejar, que assim seja. E a criançada, normalmente, só gosta destas coisas!!  Camisolas by H&M

Como assim, um ano??

Passou um ano ?? Passou rápido.  Os dias são iguais para toda a gente, ou seja, têm as mesmas horas. Porem, não são iguais em intensidade com que os vivemos. Já falei, aqui, de como é intenso ter dois filhos e bla bla bla. Mas, caramba, o M. já faz um ano! Não dei pelo passar dos meses. Ao contrario da minha primeira filha, quem eu queria que crescesse rápido porque queria passar (rápido) por todas as fases e  achava sempre que a seguinte seria mais engraçada, com o M. eu só queria que o tempo passasse devagar, devagarinho... muito devagarinho... Assim, " despacito", sabem? Quis aproveitar todos os momentos, que penso que com a primeira filha, não aproveitei porque me deixei levar pela ansiedade da "fase seguinte".  Lembro-me bem do teu primeiro choro. Á parte do parto, que não interessa nada para esta conversa, lembro-me de como eras comprido e de como choravas alto. Lembro-me de como ficaste acordado em silêncio o resto da noite.  Lembro-m...

Tempo que é só deles!

À nossa volta existe uma pressão para que os nossos sejam tão bons ou melhor que os filhos dos outros! Desde o simples mamar até ao desfralde, são-nos "vendidos"  preconceitos e teorias (na sua maioria, absurdas) de que em "x" mês eles têm que falar, andar, comer de faca e garfo, saber dizer obrigado e pedir desculpa. Saber que num restaurante não se saí da mesa ou que num supermercado não se tiram coisas das prateleiras.   Antes de ser mãe, como aqui já disse, tinha a mania de usar a expressão "se fosse meu filho", expressão essa que engoli mal tive a minha primeira filha! Isso não existe, cada criança é diferente. Os meus dois filhos são diferentes. Começou por ser incomodativo para mim quando a Catarina, com um ano, não dizia nada e os primeiros passos vieram ainda nesse mesmo mês, o do primeiro aniversário. A pergunta de alguém que vê um bebé na ru...