Passou um ano ?? Passou rápido. Os dias são iguais para toda a gente, ou seja, têm as mesmas horas. Porem, não são iguais em intensidade com que os vivemos. Já falei, aqui, de como é intenso ter dois filhos e bla bla bla. Mas, caramba, o M. já faz um ano! Não dei pelo passar dos meses. Ao contrario da minha primeira filha, quem eu queria que crescesse rápido porque queria passar (rápido) por todas as fases e achava sempre que a seguinte seria mais engraçada, com o M. eu só queria que o tempo passasse devagar, devagarinho... muito devagarinho... Assim, " despacito", sabem? Quis aproveitar todos os momentos, que penso que com a primeira filha, não aproveitei porque me deixei levar pela ansiedade da "fase seguinte". Lembro-me bem do teu primeiro choro. Á parte do parto, que não interessa nada para esta conversa, lembro-me de como eras comprido e de como choravas alto. Lembro-me de como ficaste acordado em silêncio o resto da noite. Lembro-m...
À nossa volta existe uma pressão para que os nossos sejam tão bons ou melhor que os filhos dos outros! Desde o simples mamar até ao desfralde, são-nos "vendidos" preconceitos e teorias (na sua maioria, absurdas) de que em "x" mês eles têm que falar, andar, comer de faca e garfo, saber dizer obrigado e pedir desculpa. Saber que num restaurante não se saí da mesa ou que num supermercado não se tiram coisas das prateleiras. Antes de ser mãe, como aqui já disse, tinha a mania de usar a expressão "se fosse meu filho", expressão essa que engoli mal tive a minha primeira filha! Isso não existe, cada criança é diferente. Os meus dois filhos são diferentes. Começou por ser incomodativo para mim quando a Catarina, com um ano, não dizia nada e os primeiros passos vieram ainda nesse mesmo mês, o do primeiro aniversário. A pergunta de alguém que vê um bebé na ru...
Comentários
Enviar um comentário