Avançar para o conteúdo principal

Visitas ao blog

Coisas de mulheres/mães

Se na primeira gravidez pouco comprei, nesta então nem se fala.
 Temos a sorte de ter família que se preocupa e oferece sempre algo. Pais e tios babados e ainda tenho amigas igualmente generosas. Quando fiquei gravida da Catarina imaginava-me no shopping a gastar o dinheiro todo em coisinhas fofinhas, isto se as minhas hormonas tivessem colaborado. Vomitei bastante nos primeiros meses. Era tudo novidade, foi complicado enquanto casal, ou seja, não houve clima para "esbanjar" dinheiro (e a conta bancaria agradeceu). 
 Quando imaginei que poderia engravidar novamente idealizei tudo diferente... vou ter calma.. agora já sabemos como é.. vai ser tranquilo, vou ter tempo! 
  Zero! Nem foi tranquilo porque não foi programado, o "vomitanço" voltou e em força. O trabalho foi a dobrar durante vários meses. As dores mais intensas. Ah, e é rapaz (lol), secção que desconheço até agora. Conclusão: mais uma vez os caprichos de mãe (tipicamente gaja) foram por água abaixo.
 De algumas semanas para cá têm me perguntado pela mala da maternidade. Ora, outra coisa que da primeira vez já estava feita há muito tempo. Desta feita, o saco dele com a roupa do primeiro dia está pronto, tudo o resto em "águas de bacalhau". 
Primeiro a logística desta vez ,penso, será diferente. Agosto, calor... não sei bem o que levar, vou aguardar pelas indicações do hospital (que costumam ser um bocado chatos com estas questões) e segundo, o saber que vou estar dois dias sem ver a mais velha é uma facada no coração. Não consigo imaginar. Não sei se ela me vai poder ver ou não. E se sim, se vou quer. Pronto é um tema tabu para mim, faz-me doi-doi no coração de mãe galinha.
  Ainda assim, e não podia ser de outra forma, há coisas que estão prontas e preparadas.
  O quarto era algo que me preocupava. Mudamos... 
  Os miúdos vão para o nosso quarto e nós para o deles. 
  Assunto resolvido pelo prendado do meu pai que pintou tal como eu queria (ou o pai , no caso). Uma parede é verde a outra rosa. o resto neutro. Escolhi cores tão claras que nem se nota (quase).
  Desta vez comprei um berço (apesar de que irá ter uma cama igual à da irmã). O berço que usei com a Catarina já era de estimação (tinha 27 anos) estava em muito bom estado, mas era grande e era complicado andar de um lado para o outro com ele, etc... Compramos um berço dos mais económicos da Zippy, até porque a partir de um ano dorme na cama, tal como aconteceu à irmã.
  A mala dele foi prenda de aniversário adiantada aqui da "je" e é da marca Pasito a Pasito, embora tenha sido comprado num espaço multi marcas. Biberões e chuchas são da Philips Avent
A Catarina utilizou produtos da Chicco, mas não fiquei muito satisfeita com os biberões, não a nível de utilização (ela dificilmente tinha cólicas) até porque só usou a partir dos 5 meses quando deixei de amamentar (não por opção), mas porque eram gordinhos, não cabiam em lado nenhum, etc...
  As roupas como já referi foi tudo oferecido e os "adornos" são da autoria da avó materna. 

Vou deixar as fotos de tudo:

Este mobile foi oferecido á Catarina, pelos avós e decidi voltar a utiliza-lo porque na altura adorei as cores e o design em si!


Almofada e almofada de amamentação feitas pela avó

Saquinho de acessórios

Porta biberões


 
A mala que levarei para a maternidade com as primeiras coisinhas


Porta chuchas da Kiko oferecido pelos padrinhos


Saco da primeira roupinha

A primeira roupinha

Porta documentos

Fralda de amamentação (que não tive da outra vez, é tipo kit mãos livres ihihi)



Muda fraldas com bolsa para toalhitas








Tanto o candeeiro como a barriga de gesso, como se nota eram da Catarina. Mas foram peças caras que não se justificava retirar. Uma vez que ele vai ser bebé durante algum tempo (lol) ficará assim. Adaptei a cor verde ao colocar a fita e os laços.
 A barriga é a mesma. Cresceram os dois no mesmo ventre, portanto assim será. Também acrescentei os pormenores verdes e as iniciais. Este trabalho tinha sido feito em família por primos e tia as 32 semanas da gestação da Catarina.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Gratidão

É impossível, para mim, desassociar a vida pessoal da profissional e vice-versa. Sou a mesma pessoa fora e dentro do local de trabalho. E assim sendo, é inevitável levar o "trabalho" para casa. Depois de ter sido mãe duas vezes no espaço de 3 anos, revejo-me em cada grávida com todas as suas duvidas e receios e em cada mãe que se preocupa com a saúde dos seus filhos. Vejo o bom e o mau, e todos os dias, por esse mesmo motivo agradeço a saúde dos meus filhos. Esqueço-me das pestinhas que são e só agradeço. Agradeço serem saudáveis, agradeço terem nascido bem e estarem a crescer bem. É esse mesmo facto que me levanta da cama, mesmo nos dias em que não durmo ( que são praticamente todos), nos dias que os deixo de manhã cedo e só os vejo à noite. Nos dias que não tenho a mínima paciência para aturar gente​ mal formada, mal-criada e cheia de manias( q...

Tempo que é só deles!

À nossa volta existe uma pressão para que os nossos sejam tão bons ou melhor que os filhos dos outros! Desde o simples mamar até ao desfralde, são-nos "vendidos"  preconceitos e teorias (na sua maioria, absurdas) de que em "x" mês eles têm que falar, andar, comer de faca e garfo, saber dizer obrigado e pedir desculpa. Saber que num restaurante não se saí da mesa ou que num supermercado não se tiram coisas das prateleiras.   Antes de ser mãe, como aqui já disse, tinha a mania de usar a expressão "se fosse meu filho", expressão essa que engoli mal tive a minha primeira filha! Isso não existe, cada criança é diferente. Os meus dois filhos são diferentes. Começou por ser incomodativo para mim quando a Catarina, com um ano, não dizia nada e os primeiros passos vieram ainda nesse mesmo mês, o do primeiro aniversário. A pergunta de alguém que vê um bebé na ru...

Halloween

Que se lixe se é tradição ou não.  É para festejar, que assim seja. E a criançada, normalmente, só gosta destas coisas!!  Camisolas by H&M