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A PERGUNTA

A PERGUNTA

A pergunta que mais me fizeram (e fazem)?

" Então a Catarina como está a reagir??"



 Não sou, nem nunca fui, uma mãe de muitos dramas. Tudo acontece naturalmente e lhe é dito da mesma forma, sem grandes rodeios. Engana-se quem pensa que mesmo aos dois anos eles pouco entendem. 
Entendem sim, e mais do que se pensa.
 Claro que da primeira vez que terá ouvido a palavra "mano" não terá entendido, até porque foi no próprio dia em que soube da gravidez.
 Não lhe foi dito por mim, mas o significado é o mesmo.
 Daí em diante foi um tema normal cá em casa. Mano para cá, mano para lá.
 Quando a barriga apareceu foi uma novidade para ela, quis ver, mexer e ela própria criou um bebé imaginário. A hora do banho era a descoberta, queria sempre ver a barriga da mamã e tocar, " mamã, tá a ficar grandiiii".
  A experiência de ter outras grávidas na família também ajudou, ela sabia o que era uma barriga com um bebé, o problema foi quando ela percebeu que os bebés acabavam por sair. Andou numa fase de não querer olhar para bebés, mas passou-lhe. 
  Ás vezes o ciume aparece em pequenas birras e gestos, mas nada que não vá ultrapassando. 
 Nas últimas semanas tem perguntado quando o irmão vai sair e eu confesso que mais ansiosa pelo parto, estou ansiosa pelo momento em que ela o irá conhecer.
 Para mim, ela será a pessoa mas importante da vida dele, e vice-versa. É assim que eu vejo os irmãos. Eu, que não os tenho!


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